O Flamengo sofreu uma derrota dura, técnica e emocionalmente relevante, ao perder por 3 a 0 para o Palmeiras, no Maracanã, pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2026. O jogo começou com o Rubro-Negro tentando impor posse e agressividade territorial, mas a expulsão de Jorge Carrascal, aos 21 minutos do primeiro tempo, mudou completamente a estrutura da partida. A partir daí, o Palmeiras passou a controlar melhor os espaços, venceu os duelos decisivos e foi letal nas transições ofensivas.
O placar foi aberto por José Manuel López, o Flaco López, aos 38 minutos do primeiro tempo, após jogada construída por Marlon Freitas e Allan Elias. No segundo tempo, Allan Elias ampliou aos 11 minutos, aproveitando rebote após ataque em velocidade. Nos acréscimos, Paulinho fechou a conta aos 49 minutos da etapa final, em novo contragolpe, depois de assistência de Jefté. A base factual desta matéria combina o briefing enviado pelo usuário, que registra a cronologia completa de lances, cartões, substituições e estatísticas da partida, com consulta a fontes externas como VAVEL, Flamengo, ge, CBF e Wikipédia.
A VAVEL confirmou que Flamengo x Palmeiras ocorreu em 23 de maio de 2026, às 21h, no Maracanã, pelo Brasileirão 2026, e registrou a expulsão de Carrascal, o gol de Flaco López e o segundo gol de Allan Elias no tempo real da partida. A página também informa as escalações iniciais: Flamengo com Rossi; Varela, Léo Ortiz, Léo Pereira e Alex Sandro; Evertton Araújo, Jorginho e Lucas Paquetá; Carrascal, Samuel Lino e Pedro. O Palmeiras começou com Carlos Miguel; Giay, Gustavo Gómez, Murilo e Arthur; Marlon Freitas, Emiliano Martínez, Andreas Pereira, Allan, Arias e Flaco López.
Introdução
A derrota por 3 a 0 não pode ser lida apenas pelo placar. O Flamengo começou com presença ofensiva, teve finalização perigosa de Samuel Lino logo no primeiro minuto e encontrou em Lucas Paquetá o principal articulador dos ataques iniciais. O problema é que a expulsão de Jorge Carrascal, aos 21 minutos, desorganizou a equipe de Leonardo Jardim e retirou do Flamengo uma peça importante entre a linha de meio-campo e o ataque.
Com um jogador a mais, o Palmeiras não precisou dominar a posse de forma esmagadora. Fez algo mais eficiente: esperou os erros, controlou a profundidade e atacou os espaços deixados por um Flamengo obrigado a se expor. O primeiro gol, aos 38 minutos, nasceu de uma jogada vertical, com Marlon Freitas encontrando Allan Elias, que serviu Flaco López. No segundo tempo, o roteiro se repetiu: Flamengo pressionando de forma fragmentada, Palmeiras reagindo com objetividade e aproveitando a instabilidade defensiva rubro-negra.
Desempenho individual
No Flamengo, Agustín Rossi foi um dos poucos a sair sem responsabilidade direta pelo tamanho do placar. Fez defesas importantes, especialmente em finalizações de Flaco López, Agustín Giay e Maurício. Mesmo vazado três vezes, evitou que a derrota fosse ainda mais ampla.
Lucas Paquetá foi o melhor jogador de linha do Flamengo enquanto teve perna e campo para produzir. Apareceu entrelinhas, finalizou com perigo e tentou acelerar a circulação ofensiva. Contudo, recebeu cartão amarelo aos 29 minutos do primeiro tempo e, depois da expulsão de Carrascal, precisou dividir energia entre criação, recomposição e tentativa de liderança técnica.
Samuel Lino começou bem, forçando Carlos Miguel a trabalhar no primeiro minuto e aparecendo em jogadas de profundidade. Porém, perdeu eficiência à medida que o Flamengo ficou inferior numericamente. Pedro teve participação limitada: isolado entre zagueiros, recebeu pouco em condições reais de finalização e acabou substituído por Wallace Yan aos 41 minutos do segundo tempo.
O ponto negativo central foi Jorge Carrascal. A entrada com pé alto em Murilo Paim, punida com vermelho direto aos 21 minutos, foi o lance que desequilibrou estruturalmente o jogo. Não se trata apenas de uma expulsão: foi uma perda de controle emocional em um confronto direto, contra um adversário que sabe transformar superioridade numérica em domínio territorial e transições letais.
Bruno Henrique entrou no intervalo para tentar recompor agressividade ofensiva, mas recebeu amarelo aos 20 minutos do segundo tempo e não conseguiu mudar o comportamento coletivo. Nicolás De La Cruz, que entrou aos 35 minutos, também foi advertido aos 46 minutos. Saúl Ñíguez e Wallace Yan entraram tarde, quando o jogo já estava tecnicamente comprometido.
A lista de elenco atual do Flamengo na Wikipédia registra nomes como Rossi, Varela, Léo Ortiz, Léo Pereira, Alex Sandro, Jorge Carrascal, Samuel Lino, De La Cruz, Gonzalo Plata, Evertton Araújo, Saúl, Lucas Paquetá, Pedro, Jorginho, Bruno Henrique e Wallace Yan, todos relevantes para a leitura da partida e das opções utilizadas por Leonardo Jardim. A própria página indica Leonardo Jardim como técnico e informa atualização do elenco em 3 de março de 2026.
Análise tática
O Flamengo iniciou em desenho próximo de um 4-3-3: Rossi no gol; Varela e Alex Sandro como laterais; Léo Ortiz e Léo Pereira na zaga; Evertton Araújo, Jorginho e Lucas Paquetá no meio; Carrascal e Samuel Lino abertos ou partindo dos lados; Pedro como referência central. A ideia inicial era clara: saída apoiada, ocupação pelos lados e aproximação de Paquetá para finalizar ou encontrar Pedro.
O Palmeiras, por sua vez, apresentou um 4-1-4-1/4-2-3-1 flexível, com Carlos Miguel; Giay, Gustavo Gómez, Murilo e Arthur Gabriel; Marlon Freitas e Emiliano Martínez dando sustentação; Andreas Pereira, Allan Elias e Jhon Arias articulando por dentro e pelos corredores; Flaco López como referência. A VAVEL registrou essa escalação e a arbitragem da partida, com Davi de Oliveira Lacerda no apito e Caio Max Augusto Vieira no VAR.
A expulsão de Carrascal obrigou o Flamengo a se reorganizar. Evertton Araújo saiu no intervalo para a entrada de Bruno Henrique, movimento que indicou uma tentativa de manter presença ofensiva mesmo com dez jogadores. O risco foi evidente: o Flamengo ganhou mais ameaça individual, mas perdeu parte da sustentação no meio. Contra um Palmeiras competente em transição, isso abriu corredores para Allan Elias, Arias, Flaco López e, depois, Paulinho.
No segundo tempo, Leonardo Jardim tentou oxigenar o ataque com Gonzalo Plata no lugar de Samuel Lino, aos 22 minutos. Depois, colocou De La Cruz no lugar de Lucas Paquetá, aos 35, e acionou Saúl Ñíguez e Wallace Yan aos 41, nas vagas de Jorginho e Pedro. As mudanças, porém, foram mais reativas do que transformadoras. O Flamengo já estava atrás por 2 a 0 e emocionalmente desgastado.
Abel Ferreira administrou a vantagem com pragmatismo. Aos 29 minutos do segundo tempo, colocou Maurício e Felipe Anderson nas vagas de Andreas Pereira e Jhon Arias. Aos 35, vieram Jefté e Paulinho nos lugares de Arthur Gabriel e Allan Elias. A leitura foi precisa: velocidade fresca pelos lados e ataque direto nas costas de um Flamengo esticado. O terceiro gol nasceu exatamente desse princípio, com Jefté avançando pela esquerda e servindo Paulinho.
Arbitragem
Davi de Oliveira Lacerda teve uma atuação de alto impacto porque precisou administrar um jogo emocionalmente carregado. A decisão mais importante foi o vermelho direto para Jorge Carrascal aos 21 minutos do primeiro tempo. Pelo relato do lance, Carrascal levantou excessivamente o pé na disputa e atingiu Murilo Paim. A punição foi rigorosa, mas defensável dentro do critério disciplinar de jogo brusco grave.
A arbitragem também distribuiu cartões em momentos de tensão. Pelo Flamengo, foram advertidos Lucas Paquetá, Bruno Henrique, Nicolás De La Cruz e Wallace Yan, além do vermelho para Carrascal. Pelo Palmeiras, receberam amarelo Andreas Pereira, Flaco López, Jhon Arias, Carlos Miguel, Agustín Giay e Paulinho. O fim de jogo teve princípio de confusão após a comemoração de Paulinho, que pediu silêncio à torcida adversária e recebeu cartão amarelo.
Não encontrei, nas fontes acessadas, registro público completo e consolidado de revisão de VAR que tenha alterado gol, pênalti ou cartão. Portanto, o correto é registrar que houve VAR escalado, com Caio Max Augusto Vieira, mas sem afirmar interferência decisiva não confirmada. A escala de arbitragem também aparece em fonte da CBF para o jogo Flamengo x Palmeiras, válido pela rodada 17, no Maracanã.
Considerações finais
O resultado tem peso direto na briga pela liderança. Antes da partida, a tabela oficial do Flamengo indicava Palmeiras em primeiro lugar, com 35 pontos em 16 jogos, e Flamengo em segundo, com 31 pontos em 15 jogos. Isso mostra que o confronto era uma oportunidade rubro-negra de encostar no líder; a derrota, ao contrário, fortaleceu o Palmeiras e impôs ao Flamengo uma correção imediata de rota.
A principal lição é disciplinar e tática. Em jogos grandes, contra adversários de elite nacional, o Flamengo não pode oferecer uma vantagem estrutural tão cedo. A expulsão de Carrascal não explica tudo, mas condiciona quase tudo. Depois dela, o time perdeu compactação, passou a atacar em ondas pouco coordenadas e deixou espaço para o Palmeiras executar aquilo que faz muito bem: acelerar após recuperação, atacar o intervalo entre lateral e zagueiro e decidir com poucos toques.
Há também um ponto ofensivo a corrigir. Mesmo com 19 finalizações e 4 no alvo, conforme os dados do briefing da partida, o Flamengo produziu volume sem transformar esse volume em domínio real. Carlos Miguel trabalhou, mas o time rubro-negro finalizou muitas vezes em condições de baixa vantagem. Faltou melhor seleção de chute, presença coordenada na área e proteção à perda da bola.
Próximos desafios
O próximo compromisso do Flamengo, segundo a agenda oficial do clube, é contra o Cusco, na terça-feira, 26 de maio de 2026, às 21h30, no Maracanã, pela Conmebol Libertadores.
A expectativa é por ajustes fortes. Leonardo Jardim precisa recompor o meio-campo, avaliar a carga física de Lucas Paquetá e Jorginho, decidir se Bruno Henrique ou Gonzalo Plata merecem iniciar a próxima partida e, sobretudo, trabalhar a reação mental do elenco. A classificação continental já aparece como frente importante da temporada, e a própria agenda do ge registra a fase de grupos da Libertadores entre abril e maio de 2026, com sorteio do mata-mata previsto para a semana de 6 de junho.
Resumo do jogo
Placar final: Flamengo 0 x 3 Palmeiras.
Data do jogo: 23 de maio de 2026.
Local: Estádio Jornalista Mário Filho, Maracanã, Rio de Janeiro.
Competição: Campeonato Brasileiro Série A 2026, 17ª rodada.
Gols: Flaco López, aos 38 minutos do primeiro tempo; Allan Elias, aos 11 minutos do segundo tempo; Paulinho, aos 49 minutos do segundo tempo.
Assistências: Allan Elias para Flaco López no primeiro gol; Jefté para Paulinho no terceiro gol. No segundo gol, Allan Elias concluiu após rebote de jogada ofensiva; não há assistência claramente identificável no briefing.
Posse de bola: Flamengo 50%, Palmeiras 50%, conforme registro aos 37 minutos do segundo tempo no briefing.
Chutes: Flamengo 19 finalizações, 4 no alvo; Palmeiras 11 finalizações, 5 no alvo.
Cartões do Flamengo: Jorge Carrascal, vermelho direto aos 21 minutos do primeiro tempo; Lucas Paquetá, amarelo aos 29 minutos do primeiro tempo; Bruno Henrique, amarelo aos 20 minutos do segundo tempo; Nicolás De La Cruz, amarelo aos 46 minutos do segundo tempo; Wallace Yan, amarelo aos 54 minutos do segundo tempo.
Cartões do Palmeiras: Andreas Pereira, amarelo aos 31 minutos do primeiro tempo; Flaco López, amarelo aos 39 minutos do primeiro tempo; Jhon Arias, amarelo aos 15 minutos do segundo tempo; Carlos Miguel, amarelo aos 29 minutos do segundo tempo; Agustín Giay, amarelo aos 42 minutos do segundo tempo; Paulinho, amarelo aos 52/54 minutos do segundo tempo, em razão da comemoração e da confusão no fim da partida.
Escalação inicial do Flamengo: Rossi; Varela, Léo Ortiz, Léo Pereira e Alex Sandro; Evertton Araújo, Jorginho e Lucas Paquetá; Jorge Carrascal, Samuel Lino e Pedro. Capitão não confirmado nas fontes consultadas. NÃO SEI ESTA INFORMAÇÃO.
Escalação inicial do Palmeiras: Carlos Miguel; Agustín Giay, Gustavo Gómez, Murilo e Arthur Gabriel; Marlon Freitas, Emiliano Martínez, Andreas Pereira, Allan Elias e Jhon Arias; Flaco López. Capitão não confirmado nas fontes consultadas. NÃO SEI ESTA INFORMAÇÃO.
Substituições do Flamengo: no intervalo, saiu Evertton Araújo e entrou Bruno Henrique; aos 22 minutos do segundo tempo, saiu Samuel Lino e entrou Gonzalo Plata; aos 35 minutos do segundo tempo, saiu Lucas Paquetá e entrou Nicolás De La Cruz; aos 41 minutos do segundo tempo, saiu Jorginho e entrou Saúl Ñíguez; aos 41 minutos do segundo tempo, saiu Pedro e entrou Wallace Yan.
Substituições do Palmeiras: aos 29 minutos do segundo tempo, saiu Andreas Pereira e entrou Maurício; aos 29 minutos do segundo tempo, saiu Jhon Arias e entrou Felipe Anderson; aos 35 minutos do segundo tempo, saiu Arthur Gabriel e entrou Jefté; aos 35 minutos do segundo tempo, saiu Allan Elias e entrou Paulinho; aos 45 minutos do segundo tempo, saiu Flaco López e entrou Lucas Evangelista.
Público: 71.205 presentes, conforme briefing fornecido. Não localizei, nas fontes acessadas, confirmação independente do público pagante nem da renda. Portanto: renda da partida — NÃO SEI ESTA INFORMAÇÃO.
Arbitragem: Davi de Oliveira Lacerda, do Espírito Santo; auxiliares Bruno Raphael Pires e Bruno Boschilia; VAR Caio Max Augusto Vieira, de Goiás, conforme registro da cobertura da VAVEL.
Outros eventos significativos: expulsão de Carrascal aos 21 minutos do primeiro tempo; confusão generalizada nos acréscimos do segundo tempo após comemoração de Paulinho; Palmeiras marcou dois gols em transições no segundo tempo; Carlos Miguel teve atuação decisiva com defesas importantes em finalizações de Samuel Lino, Lucas Paquetá e Pedro.
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